6.5.12

when I fell on the floor (I drank more)


"These are not boys or boys in drag! They are 100% females girls from right to left and left to right from the early 60's! 


It is part of four fab Beatles fans taken by Jurgen Vollmer in the early 60′s. The photo is in his book “Rock ‘n’ Roll Times: The Style and Spirit of the Early Beatles and Their First Fans” which was published in September 1983, and is on the back cover of The Smiths The World Won’t Listen album along with the photo he took of the front cover. The front cover and back cover were Beatles fans taken in Hamburg Germany in the early 60's by Vollmer. I mean they don't even look like guys. 


For 'The World Won't Listen', images were taken from Jurgen Vollmer's 1981 collection of images taken in Hamburg and Paris between 1961 and 1964, Rock 'N' Roll Times: The Style And Spirit Of The Early Beatles And Their First Fans. Encompassing the equivocal love of fairgrounds The Smiths explored on 'Rusholme Ruffians', it's from a time when pop was young and passions repressed.


But Marr did explain the idea behind The Smiths Album The World won't Listen cover art as a representation of how Beatles fans and Smiths fans were paralleled in the images of these early Beatles fans, as a representation of Smiths fans and the band at the time, in this quote he explains how it was never discussed that this was the reason, but it was understood:


'It represents the band to me,' says Marr. 'On the front you've got four guys who look like, if not the band, then Smiths fans. On the back you've got the female side of it - individually they really look like the Smiths: Morrissey on the far right, me on the second right, Andy [Rourke, bass] on the second left and Mike [Joyce, drums] on the far left. To find a picture like that is really clever. We didn't discuss it, but I understood.'


He also clears up any silly rumour of this being guys in drag (which it is clearly common knowledge it's real girls before this comment anyway) as he also says the female side of it, but is only meant as a representation of a cleaver female take of a The Smiths in the early 60's being females or the strangeness of how eerie and cleaver the similarities are, not to represent them in drag, as they are not really The Smiths obviously, but more perhaps ghosts of them, as it is haunting to think they were or actually could have been all females in another life before The Smiths and were friends in the early 60's lol, as this is how I see it as opposed to them in Drag, as it isn't actually them back then now is it?"



(the internet)


Nem todo mundo vale uma canção deles. 
Alguém até deve valer,
mas não se engane, que false alarms são o que de mais comum existe. 







11.4.12

mf words of wisdom

there's an hour of sunshine for a million years of rain.

13.1.12

ctrl LULZ

Escrever certo por linhas tortas é um talento inigualável, e exige paciência de quem lê. A recompensa é a própria experiência que, ainda que truncada, pode, no fim, acabar se revelando bem agregadora.
Escrever errado por linhas retas, sim, é que é uma lástima. Exige paciência, paternalismo, didática, sangue-frio, enfim, todo tipo de projeção (de quem espera, pra não restar de quem; do próprio ser, pra não restar o quê), além da recompensa, que não apenas é incerta como também parece, o tempo todo, apontar-se indigna da energia e do tempo investidos.

Gostei tanto do primeiro disquinho dos Cage the Elephant que, sabendo que são só dois, demorei até essa semana pra ouvir o segundo. Li sobre eles no ano passado, quando o Dave Grohl substituiu o baterista deles (em turnê conjunta) e disse que era bom. Levei fé, e cá estou.

Está chovendo o dia todo. Me aborreci e escrevi um rap. IAHAHUAHUAHUAHA

when your number isn't up, well, it gets to ma nerve
I start considering writing you some lines you don't deserve
I miss the fucking frozen face you make when you see me
even if it sucks to turn your smile into grief.

I wish we had more time to work on issues like that
like that day I called you bitch and you just started to laugh
I asked you 'what's so funny on being called a whore?',
and you answered on your fake tone it's your way to ask for more.

I wish that I could make you understand how I feel,
even though my speaking and your listening can't conceal
at least, through ma lyrics, you can't help but embrace
for I ain't by your side so you will not turn your face

I really fucking hate when rain starts to pour
we should be sharing bed although it's hard to be assured
listening to the drips as they keep falling from the sky
the TV on, the cat, and your body next to mine

so I tell how much I like you with some drawings and gestures
and you come with your deep eyes to say these things can't be measured
but instead, we are apart, and there is nothing to be done
and I'm getting to ma nerve because your number isn't up.

yo!

Vou pra buatchy ver meu amigo discotecar a música que eu pedi e desafiar o destino na hora de voltar para casa.

Em tempo: entrei na onda, mas parcialmente: odeio hipsters, mas só os que conheço.

9.1.12

Resultado:

Tudo verdade.

Como você opera, age, frente aos seus objetivos e desejos:

Sente-se esgotado pelos conflitos e discussões e deseja proteger-se contra eles. Precisa de condições pacíficas e de um ambiente tranqüilo, onde possa descontrair-se e se recuperar.

Quer afastar os empecilhos que estão no seu caminho, obedecer aos seus impulsos e ser envolvido em acontecimentos importantes ou sensacionais. Desta forma, espera diminuir a intensidade dos seus conflitos, mas o seu comportamento impulsivo leva-o a situações imprevistas e perigosas.

Suas preferências reais:
Precisa de companheirismo afetuoso, mas é intolerante com qualquer coisa que não seja consideração especial. De parte dos que lhe são íntimos. Se esta não lhe é dada, é capaz de isolar-se.

Necessita de, e insiste em ter, uma relação íntima e compreensiva, ou pelo menos algum modo de satisfazer o impulso de sentir-se identificado.

Sua situação real:
Quer ampliar seus campos de atividade e insiste em que suas esperanças e ideais são realidade. Está angustiado pelo medo de que possam impedi-lo de fazer o que quer; precisa de condições calmas e de tranqüila reafirmação, para recuperar a confiança em si.

Insiste em que suas esperanças e ideais são realidade, mas precisa de reafirmação e estímulo. É egocêntrico; portanto ofende-se com facilidade.

O que você quer evitar:
Interpretação fisiológica: Tensão resultante de contenção excessiva, na tentativa de conquistar a consideração e a estima dos outros Interpretação psicológica: Tem uma necessidade insatisfeita de aliar-se a outros cujos padrões sejam tão elevados quanto os seus e de sobressair acima do comum. Isto o sujeita a considerável tensão, mas se além às suas atitudes a despeito da falta de aprovação. Considera a situação bem desagradável e gostaria de livrar-se dela, mas recusa-se a transigir em suas opiniões. É incapaz de resolver a situação porque adia continuamente a tomada de decisão necessária, já que duvida da sua capacidade de resistir à oposição resultante. Precisa da estima dos outros, concordância com seus desejos e respeito pelas suas opiniões para se sentir à vontade e seguro. Em suma: Exigência obstinada mas ineficaz de estima.

Seu problema real:
Fracasso em estabelecer-se de modo concorde com a elevada opinião que tem do seu próprio valor, combinado com o esforço perene para testar-se com recursos inadequados, têm resultado em considerável tensão. Tenta fugir a estas exigências excessivas feitas às suas parcas reservas, adotando uma atitude defensiva na qual se recusa a se comprometer ou a ser envolvido em outros dissabores.

Tensões e esforços, provocados pela tentativa de enfrentar as condições que realmente estão além de sua capacidade ou reservas de energias, têm levado a considerável ansiedade e a uma sensação de desajuste pessoal inconfessada. Tenta corrigir essa situação mediante uma atividade intensa e insistindo em fazer o que mais quer. Um autodomínio imperfeito pode levar a demonstração incontroláveis de ira.

7.12.11

a verdade

n sei se é culpa da internet, que é um ambiente, um mundo, uma dimensão, uma extensão, um anexo da nossa realidade ONTOLOGICAMENTE fundamentada em linguagem, desde a programação (em códigos de, de, de... de linguagem) até à interação sociovirtualesca, ou se pq o mundo tá mesmo acabando, ou se pq as pessoas perderam a noção, o respeito, o interesse, mas eu acho que o sofismo tá de volta.
Nenhuma discussão se vale.
Toda conversa é retórica.
Quem ganhar,
perde o outro.

verdade < disputa

Eu acho que:
não existe verdade, which sucks at the beginning but then it's okay;
e que
nenhuma disputa vale a pena quando o prêmio não é digno do esforço.
Mas sou suspeito pra falar de prêmios: nunca ganhei nenhum.
Só um livro, uma vez na quarta série, num concurso de poesia, porque consegui rimar 'belo' com 'singelo'. Mas se livro fosse prêmio, meu quarto seria um museu.
Mas não é. É um mausoléu. E eu sou um morto que morre mais a cada página.

Queria ler um texto chamado A Ordem do Discurso, que fala - dizem - sobre verdade e linguagem. Não quero me precipitar, mas é algo - pelo que eu lembro do que me falaram, uma dupla possibilidade de interpretação errônea - tipo 'quando a linguagem apareceu, o homem quis saber qual era a verdade', ou 'o homem passou a usar a linguagem pra saber qual era a verdade', ou ainda 'a verdade começou a ser questionada com o advento da linguagem'. Esse é o teor, mas as 3 possibilidades podem estar erradas. Quando vê, o texto nem fala em linguagem e nem em verdade.

Vou ver isso.

Só tô aqui porque estou crente de que aqui não serei incomodado.
Sem revisão pra manter a graça.








31.10.11

olá,

passei por aqui pra dizer que não consigo concluir uma única

24.9.11

face in the crowd

noite cu em viamão

tava chovendo, tava tudo fechado, fui expulso de um bar e tinha doado cigarros na rua.
não, minto. foi só pra dar impacto.
tinha dois lugares abertos: o bar aonde eu tava e um lugar que, até agora, só serviu pra comprar cigarros.
vi todo o show da katy perry, ainda em casa. é um atraso tecnológico, minha vida. eu estava conversando no chat do facebook e indo até a sala pra ver a mina usando kisses nos peitos. como nunca escondi meu favoritismo pela cantora, justifico a mão que eu passei pra conseguir manter conversas e assistir o show ao mesmo tempo *. bueno.
pelo menos não me dei ao trabalho de colocar as lentes.
até esse ano, a primeira a que me remetia a palavra lente era isso.
e isso, me remete a duas coisas:
- ao fato de que eu tinha medo dele quanto era pequeno;
- e a essa música, de cujo CD me metia ainda mais medo.
Ainda apanho pra sair com as lentes de manhã cedo (tipo me atraso etc), mas depois que eu coloco, eu fico muito mais tranquilo.
Eu finalmente posso usar óculos escuros, o que é um sonho desde os tempos em que eu tinha medo do Marilyn Manson. Nunca cogitei usar óculos escuros de grau, não porque eu teria minha cegueira denunciada tão logo alguém pedisse para experimentá-los, mas porque a mão de trocar de óculos em lugares fechados parecia não compensar.
Claro que não é como se, agora, eu tirasse os benditos óculos em lugares fechados**. mas é pela possibilidade de poder colocá-los à hora que eu bem entender que eu me sinto mais tranquilo.
Hoje, porém, eu deixei as lentes de molho. (ãhn? ãhn?)
Estou no meio de um semestre super normal:
segunda - um seminário sobre um livro do Paulo Freire, capítulo sobre revolução. Pro Paulo Freire, tudo se faz com amor, até mobilização de massas. Pelo menos é isso que eu vou dizer lá na FACED (vou mentir?).
terça - prova de inglês às 8:00 e prova de linguistica histórica às 1:30. eu mesmo fico pasmo***.
quarta - entregar um paper pra cadeira de literatura inglesa 3. eu pretendo falar sobre HG Wells e a idéia da inocência humana quanto a possibilidade de não estarmos sozinhos no universo. aí eu vou jogar com a idéia de inocência que o Douglas Adams delineia nas personagens do Guia. estudar o Guia à essa altura é como um descanso para os meus olhos.
eu olho pra minha estante de livros como quem olha pra si com saudade de si mesmo.
estou tendo que aprender a abdicar de meus prazeres em prol de um prazer maior, que é o de me livrar da graduação. ainda vai levar um ano, mas a luz que eu vejo no fim do túnel brilha tanto que passo a fingir que troquei o prazer da literatura por um par de óculos escuros para que eu possa encontrá-la mais confortavelmente.
e é por ter tanto a fazer que resolvi deixar meu quarto por algumas horas pra ir num bar.
aí o bar tava com as luzes acesas e passando o show do elton john, que tinha um guitarrista com uma flying v.
dava pra fumar, e tinha gente cantando músicas do elton. foi comovente.
nunca abandonei meu blog. apenas abandonei a escrita.
por uns tempos.
aí as pessoas do bar encheram o saco da gente e resolveram fechar. daí tava chovendo. daí fiquei sem cigarros. daí n tinha mais nada pra fazer. daí eu lembrei que eu costumava postar quando esse tipo de coisa acontecia, e daí eu me dei conta que de vários meses pra cá eu passei muito pouco tempo em casa. como estou em casa agora, estou postando. sereno, afinal, por as coisas não terem mudado tanto assim. noite cu, mas serena.

***

quando ouvi isso pela primeira vez duvidei que fosse desse ano.
estou viciado.



***

Ah!
Perdi parcialmente o horror que sentia por aranhas gigantes.
No mesmo blog que catei a foto do Manson achei isso aqui.
Acabei foi simpatizando pelo autor, que é um french (acho) english teacher que publica os textos dos alunos.



________________________________________________
* sim, estou, no mínimo escandalizado:

não consegui assistir o show todo devido ao problema já relatado, mas o pouco que vi foi o suficiente pra me entreter. dentre as que me atraem, vi hot and cold, um pedaço de thinking of you, a primeira metade de i kissed a girl (que achei meio amy winehouse demais pro meu gosto. morreu né? faz tempo) e firework, que sim, ela avacalhou, só pra dar moral pros meus amigos que, além de não se conformarem com o fato de eu gostar, ainda ficam dizendo que ela canta mal. firework é um tema muito difícil de executar, e ela estava visivelmente exausta pra tamanha complexidade vocal. nada demais, mas tchê, é muito alto! ela tava ofegante, não tinha como fazer. sim, ela avacalhou, não foi a que eu mais curti, compara a pessoa com uma sacola plástica, mas ah, eu nunca disse que eu gosto dela porque ela canta bem. fato é que gostei de quanto ela desceu a escadinha e foi esfregar as coxas no pessoal da área vip e só fiquei puto por não ter visto as duas primeiras.
e sim, espero que um dia ele consiga pegar uma mulher sem automaticamente estabelecer a comparação.

muito, muito macia.

**ok, eu acabo tirando, mas é com alguma resistência. eu me sinto incrivelmente protegido, absorto num mundo de trevas pagas a prestação. é como se eu tivesse uma boa desculpa pra poder olhar na cara das pessoas que ficam tentando disfarçar que estão me encarando: elas não podem ver que estou olhando pra elas. o mundo virou um grotesquíssimo big brother gótico.

***ontem consegui estudar alguma coisa de linguistica histórica; hoje consegui terminar a tarefa relativa ao Paulo Freire sem desistir no meio (mas, confesso, tendo lido só o começo); amanhã PRETENDO começar a desenvolver o paper pelo qual DEVO começar a me interessar daqui a pouco.
e a prova de inglês... bom: não sei o que fazer. explique você a diferença entre:

a. would you do me a favor?
b. could you do me a favor?

(in a same context, in case a person asking another person a favor, both are right. still, there is a small diference in meaning, which stands for the function performed by the modals; in a, would brings a more hipotetical idea, as in 'if I needed - and assuming that you are able to -, would you do me a favor?', while in b, it sounds more as if the person is asking for a favor while cheking if the person is able to do it or not. but what does it matter after all if you can use both forms to ask someone a favor?)

além disso cai articles, tense and aspect. what the fuck.
não terei saída senão estudar. fim.

na prova de linguística histórica cai origem das línguas, que é uma coisa curiosa, interessante, mas extremamente exaustiva. pelo menos inicialmente. mas pra uma disciplina que todo estudante de letras rechaça, estou achando bem razoável. pretendo escrever sobre a relação (se eu achar rs) entre as palavras apology e (to) apologize.
ou, como já dizia a autora do livro roxo que jamais consegui finalizar, the trick is to keep breathing.

fotos do g1 e do ego, hahahaha